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	<title>Entrevistas Archives - My Gastrenterologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da gastrenterologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças do foro gástrico.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Jul 2026 07:48:48 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Entrevistas Archives - My Gastrenterologia</title>
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		<title>Avanços na investigação trazem novas perspetivas para tumores digestivos raros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os tumores do pâncreas, das vias biliares e o hepatocarcinoma continuam a representar um desafio significativo na Oncologia digestiva, devido à sua heterogeneidade, agressividade e dificuldade diagnóstica. Maria João Marques Ribeiro, oncologista na ULS de São João, destacou o crescimento do conhecimento científico nesta área e a importância da partilha de experiências entre especialistas para [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Os tumores do pâncreas, das vias biliares e o hepatocarcinoma continuam a representar um desafio significativo na Oncologia digestiva, devido à sua heterogeneidade, agressividade e dificuldade diagnóstica. <strong>Maria João Marques Ribeiro</strong>, oncologista na ULS de São João, destacou o crescimento do conhecimento científico nesta área e a importância da partilha de experiências entre especialistas para melhorar a abordagem clínica destes doentes. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Avanços na investigação trazem novas perspetivas para tumores digestivos raros" src="https://player.vimeo.com/video/1169625973?h=8330a4e8ae&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Durante a sessão dedicada a estes tumores digestivos, foi evidenciada a diversidade e complexidade destas patologias. “São efetivamente tumores muito heterogéneos”, sublinhou a especialista, lembrando que durante muitos anos existiu pouca evidência científica disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Maria João Marques Ribeiro, encontros científicos como as XIV Perspectivas em Oncologia são fundamentais para aproximar especialistas e promover a discussão de casos clínicos. “O mais importante destas reuniões é partilharmos experiências e não termos medo de discutir dúvidas sobre casos”, referiu, acrescentando que esta troca de conhecimento é particularmente relevante em tumores raros e agressivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos desafios, a especialista mostrou-se otimista quanto ao futuro. “Temos muitos estudos a terminar e a analisar dados e acredito que, num futuro não muito distante, possa ser um futuro brilhante”, concluiu.</p>
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		<title>Investigação portuguesa premiada destaca abordagem complementar na doença de Crohn</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/entrevistas/investigacao-portuguesa-premiada-destaca-abordagem-complementar-na-doenca-de-crohn/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:35:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unidade Local de Saúde do Alto Ave foi distinguida com o Prémio Nacional de Gastrenterologia, atribuído na Semana Digestiva, pelo estudo “Complementary Roles of Intestinal Ultrasound and Capsule Endoscopy in Crohn’s Disease: A Prospective Blinded Comparative Study”. Em entrevista à News Farma, João Carlos Gonçalves, primeiro autor da investigação, destaca o significado desta distinção [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Unidade Local de Saúde do Alto Ave foi distinguida com o Prémio Nacional de Gastrenterologia, atribuído na Semana Digestiva, pelo estudo “Complementary Roles of Intestinal Ultrasound and Capsule Endoscopy in Crohn’s Disease: A Prospective Blinded Comparative Study”. Em entrevista à News Farma, <strong>João Carlos Gonçalves</strong>, primeiro autor da investigação, destaca o significado desta distinção e o contributo do trabalho para a prática clínica na doença de Crohn, desenvolvido em colaboração com Francisca Dias-Castro, Sílvia Leite, Joana Magalhães, Bruno Rosa e José Cotter. Leia a entrevista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | O que representa, para si, a distinção com o Prémio Nacional de Gastrenterologia, tanto a nível pessoal como profissional?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>J<strong>oão Carlos Gonçalves</strong> (JCG) |</strong> Na vertente profissional, vejo esta distinção como um reconhecimento do planeamento e concretização deste trabalho de investigação, bem como do esforço coletivo de todos os profissionais envolvidos no estudo. Naturalmente, a materialização do trabalho foi possível graças às condições criadas pelo Serviço de Gastrenterologia da Unidade Local de Saúde do Alto Ave para o desenvolvimento de atividade científica. A Gastrenterologia em Portugal é uma especialidade particularmente dinâmica e colaborativa, pelo que é um privilégio poder contribuir para esse ambiente de permanente crescimento e inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista pessoal, este prémio constitui um incentivo para continuar a desenvolver investigação clínica e a procurar respostas para questões que surgem diariamente na prática assistencial. Reforça igualmente a convicção de que é possível conciliar uma atividade clínica exigente com a investigação e que essa integração acaba por beneficiar não apenas o desenvolvimento profissional, mas sobretudo os cuidados prestados aos doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | No contexto deste estudo, qual é o contributo da ecografia intestinal e da cápsula endoscópica na avaliação da inflamação intestinal na doença de Crohn?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JCG |</strong> A doença de Crohn é uma doença inflamatória crónica que frequentemente afeta o intestino delgado e exige avaliações repetidas ao longo da vida. A cápsula endoscópica permite uma observação muito detalhada da mucosa intestinal, conseguindo identificar desde lesões muito subtis até formas mais avançadas de inflamação. Já a ecografia intestinal é um exame não invasivo, acessível e facilmente repetível, que permite avaliar a atividade inflamatória de forma imediata e à cabeceira do doente. O nosso estudo demonstrou que estas técnicas não devem ser encaradas como concorrentes, mas sim como ferramentas complementares, com papéis distintos e igualmente importantes na monitorização da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Qual é a relevância clínica dos resultados deste estudo para a prática clínica?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JCG |</strong> Os nossos resultados sugerem que a cápsula endoscópica desempenha um papel central na caracterização inicial da doença e que a ecografia intestinal apresenta um excelente desempenho na identificação de inflamação clinicamente relevante. Neste contexto, os dados apontam para uma abordagem complementar, em que, após uma avaliação inicial por cápsula endoscópica, os doentes podem ser monitorizados de forma mais frequente através da ecografia intestinal, uma estratégia mais simples e potencialmente mais eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Atendendo aos resultados deste estudo, qual a mensagem que gostaria de transmitir à comunidade médica?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JCG |</strong> A principal mensagem é que as diferentes técnicas de avaliação da doença de Crohn devem ser encaradas como ferramentas complementares, uma vez que cada uma apresenta vantagens e limitações próprias. A escolha do exame deve ser orientada pela pergunta clínica que pretendemos responder em cada momento da evolução da doença. No nosso estudo, a cápsula endoscópica mostrou particular relevância na caracterização inicial e no mapeamento da extensão da doença, enquanto a ecografia intestinal se afirmou como uma ferramenta particularmente útil para a monitorização frequente dos doentes e para a identificação daqueles com inflamação clinicamente relevante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Obstipação crónica: “Às vezes esquecemo-nos do funcional” </title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/entrevistas/obstipacao-cronica-as-vezes-esquecemo-nos-do-funcional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:43:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marta Simões, médica de Medicina Geral e Familiar da ULS Região de Leiria,  participou no simpósio promovido pela Recordati “Obstipação crónica e obstrução  defecatória”, integrado no GastroDigest da Semana Digestiva 2026 (Fátima, 21 de  maio). Em entrevista, destacou o papel do médico de família na abordagem do  doente com obstipação crónica, recordando a importância de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marta Simões</strong>, médica de Medicina Geral e Familiar da ULS Região de Leiria,  participou no simpósio promovido pela Recordati “Obstipação crónica e obstrução  defecatória”, integrado no GastroDigest da Semana Digestiva 2026 (Fátima, 21 de  maio). Em entrevista, destacou o papel do médico de família na abordagem do  doente com obstipação crónica, recordando a importância de uma visão longitudinal  e multidisciplinar que não negligencie a dimensão funcional da doença. Assista às  declarações.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Marta Simões" src="https://player.vimeo.com/video/1203424798?dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista começou por valorizar o contributo da sessão, que abordou a doença&nbsp; diverticular e a obstipação, dois temas frequentes na prática clínica, sublinhando a&nbsp; necessidade de “excluir sinais de alarme” e de reconhecer que estas doenças “não&nbsp; são assim tão lineares quanto isso”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marta Simões destacou o papel central do médico de família na abordagem da&nbsp; obstipação crónica, identificando três motivos principais: “ter uma abordagem&nbsp; longitudinal do doente”, conhecer “o contexto, a família, o contexto laboral, o&nbsp; contexto social” e referenciar “quando as armas terapêuticas ao nosso dispor estão&nbsp; esgotadas”. A especialista sublinhou que “às vezes tratamos só o orgânico e&nbsp; esquecemo-nos do funcional”, alertando para a importância de uma visão integral do&nbsp; doente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relativamente à abordagem terapêutica, a médica de família destacou a&nbsp; necessidade de referenciar os casos em que as opções disponíveis se esgotam,&nbsp; nomeadamente nas situações de obstipação de difícil controlo. Recordou ainda que,&nbsp; em alguns doentes, pode existir sobreposição entre obstipação e síndrome do&nbsp; intestino irritável, o que exige uma abordagem ajustada às manifestações clínicas de&nbsp; cada caso.&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Da avaliação ao tratamento: uma abordagem prática à obstipação crónica</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/entrevistas/da-avaliacao-ao-tratamento-uma-abordagem-pratica-a-obstipacao-cronica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Semana Digestiva 2026, o GastroDigest contou com um simpósio promovido pela&#160; Recordati, “Obstipação crónica e obstrução defecatória”, integrado na sessão “Tubo&#160; digestivo inferior: para além dos pólipos do cólon”. Em entrevista, Mafalda Cainé&#160;João, gastrenterologista da ULS Coimbra, destacou a abordagem prática ao doente&#160; com obstipação crónica, desde a avaliação clínica inicial às terapêuticas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Na Semana Digestiva 2026, o GastroDigest contou com um simpósio promovido pela&nbsp; Recordati, “Obstipação crónica e obstrução defecatória”, integrado na sessão “Tubo&nbsp; digestivo inferior: para além dos pólipos do cólon”. Em entrevista, <strong>Mafalda Cainé&nbsp;João</strong>, gastrenterologista da ULS Coimbra, destacou a abordagem prática ao doente&nbsp; com obstipação crónica, desde a avaliação clínica inicial às terapêuticas de primeira&nbsp; linha, sublinhando o papel de um fármaco como laxante osmótico de primeira linha.&nbsp; Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="MAFALDA JOÃO" src="https://player.vimeo.com/video/1207421369?h=c80869792d&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Mafalda Cainé João destacou que a sessão permitiu fazer “uma abordagem prática” ao doente com obstipação crónica, cobrindo desde a avaliação “clínica inicial e o&nbsp; exame objetivo” até às “terapêuticas de primeira linha” e, após a sua falência, à&nbsp; “abordagem sequencial no contexto da consulta de Proctologia”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionada sobre o papel do macrogol, a gastrenterologista foi clara: “é o fármaco&nbsp; que nós preconizamos como primeira linha, efetivamente”. Identificou duas&nbsp; vantagens principais face às alternativas: a ausência de sabor que “é uma queixa&nbsp; frequente dos doentes” e o preço, “bastante em conta em relação às alternativas&nbsp; disponíveis no mercado”. Destacou ainda uma novidade recente, a solução oral,&nbsp; “mais uma opção disponível que ainda não tínhamos”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista da tolerabilidade, a especialista reforçou características do&nbsp; macrogol face a outras classes, nomeadamente os hidratos de carbono não&nbsp; absorvíveis e o hidróxido de magnésio, salientando que se “associa a uma menor&nbsp; taxa de eventos adversos que muitas vezes levam à descontinuação da terapêutica,&nbsp; designadamente a flatulência, a distensão e a dor abdominal”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mafalda Cainé João concluiu sublinhando a versatilidade do macrogol em termos de&nbsp; população elegível: “é um fármaco disponível dos zero aos cem, portanto dá para a&nbsp; criança, dá para a grávida”, sendo “excelentemente tolerado”.&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Estratégias terapêuticas mais ambiciosas permitem melhorar outcomes na colite ulcerosa</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/entrevistas/estrategias-terapeuticas-mais-ambiciosas-permitem-melhorar-outcomes-na-colite-ulcerosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o simpósio da Lilly, integrado na Semana Digestiva, Diana Carvalho, do Hospital CUF Descobertas e da ULS São José, destacou a importância de uma abordagem mais abrangente no tratamento da doença inflamatória intestinal (DII), sublinhando que a remissão sustentada vai além do controlo sintomático e pode traduzir-se em ganhos relevantes para a qualidade de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante o simpósio da Lilly, integrado na Semana Digestiva, <strong>Diana Carvalho</strong>, do Hospital CUF Descobertas e da ULS São José, destacou a importância de uma abordagem mais abrangente no tratamento da doença inflamatória intestinal (DII), sublinhando que a remissão sustentada vai além do controlo sintomático e pode traduzir-se em ganhos relevantes para a qualidade de vida dos doentes. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="DIANA CARVALHO_Lilly" src="https://player.vimeo.com/video/1199370819?h=210b542e2d&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Hoje em dia, quando falamos de remissão sustentada na doença inflamatória intestinal, não estamos apenas a falar de remissão clínica. Estamos também a falar de normalização dos marcadores inflamatórios, de remissão endoscópica e, na colite ulcerosa, também de remissão histológica”, explicou a especialista, acrescentando que estes objetivos permitem alcançar “melhores outcomes” para os doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica salientou ainda que continuam a existir perfis de doentes particularmente difíceis de tratar, nomeadamente aqueles que já apresentaram falência a terapêuticas avançadas ou que têm maior <em>burden</em> inflamatório. Neste contexto, destacou as vantagens das novas abordagens terapêuticas, como miricizumab sobretudo pela possibilidade de prolongamento da indução e de re-indução terapêutica. “É uma alternativa terapêutica que nós temos com uma eficácia sustentada e comprovada durante quatro anos na colite ulcerosa e que, para além da eficácia sustentada, tem também um ótimo perfil de segurança”, afirmou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Diana Carvalho, os dados disponíveis demonstram eficácia inclusivamente em populações refratárias. “Os estudos de vida real têm sido muito bons. Mesmo em doentes bio-experimentados e com falência a diversos fármacos, temos respostas clínicas muito significativas”, referiu, apontando taxas de remissão clínica na ordem dos 60 % em alguns estudos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do controlo da doença, a especialista destacou também o impacto do tratamento na potencial modificação da história natural da colite ulcerosa. “Verificou-se uma diminuição do número de hospitalizações e uma diminuição do número de cirurgias. Estamos a caminhar para algo ainda mais ambicioso, que nos vai permitir alterar realmente a vida dos nossos doentes e melhorar-lhes a qualidade de vida”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consultar as Informações Essenciais Compatíveis com o Resumo das Características do Medicamento aqui (<a href="https://image.mc.lilly.com/lib/fe9e12737665067c74/m/1/4a4beb0c-8a12-4785-bf97-d8f55e78dcdc.pdf">Omvoh, INN-mirikizumab</a>)</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Este medicamento está sujeito a monitorização adicional. Isto irá permitir a rápida identificação de nova informação de segurança. Pede-se aos profissionais de saúde que notifiquem quaisquer suspeitas de reações adversas. Medicamento autorizado para efeitos de aquisição hospitalar para o tratamento de doentes adultos com colite ulcerosa ativa moderada a grave e doença de Crohn ativa moderada a grave que tenham tido uma resposta inadequada, perda de resposta, ou que tenham sido intolerantes à terapêutica convencional ou a tratamento biológico anti-TNF. Medicamento sujeito a receita médica restrita. Para mais informações contactar o representante do titular da AIM. Lilly Portugal – Produtos Farmacêuticos, Lda., Torre Ocidente; Rua Galileu Galilei, nº2, Piso 7, fração A/D, 1500-392 Lisboa, Portugal. Matriculada na Conservatória do registo Comercial de Cascais sob o número único de matrícula e de pessoa coletiva 500165602, com o capital social de €1.650.000,00.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">PP-MR-PT-0274/JUN2026</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Abordagem precoce e remissões sustentadas continuam a marcar evolução no tratamento da DII</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/entrevistas/abordagem-precoce-e-remissoes-sustentadas-continuam-a-marcar-evolucao-no-tratamento-da-dii/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 05:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As estratégias terapêuticas capazes de garantir remissões sustentadas e melhorar a qualidade de vida dos doentes com doença inflamatória intestinal (DII) estiveram em destaque no simpósio da Lilly, que decorreu durante a Semana Digestiva. Em entrevista à News Farma, Joana Torres, do Hospital da Luz e do Hospital Beatriz Ângelo, abordou os principais desafios e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As estratégias terapêuticas capazes de garantir remissões sustentadas e melhorar a qualidade de vida dos doentes com doença inflamatória intestinal (DII) estiveram em destaque no simpósio da Lilly, que decorreu durante a Semana Digestiva. Em entrevista à News Farma, <strong>Joana Torres</strong>, do Hospital da Luz e do Hospital Beatriz Ângelo, abordou os principais desafios e avanços no tratamento destas patologias. Assista à entrevista completa.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="JOANA TORRES_Lilly" src="https://player.vimeo.com/video/1199370817?h=4abfffca22&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Independentemente de falência prévia a biológico, se os doentes respondem a esta linha terapêutica, a remissão mantém-se de forma sustentada”, afirmou, salientando que esta evidência é particularmente relevante numa realidade em que muitos doentes falham as primeiras linhas terapêuticas. “Ter um fármaco que demonstre esta eficácia sustentada dá-nos segurança para alcançar remissões prolongadas no tempo e devolver qualidade de vida aos nossos doentes”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dos aspetos destacados foi a inclusão da urgência defecatória como <em>endpoint</em> formal em ensaios clínicos, algo inédito até então. “Nós sabemos que é um dos sintomas que mais afeta a qualidade de vida dos doentes”, referiu, explicando que os resultados demonstraram “uma diferença claramente significativa em relação ao placebo” e uma melhoria sustentada deste sintoma ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta e remissão histológica foram igualmente apontadas como indicadores relevantes da eficácia terapêutica. Segundo a especialista, a incorporação destes <em>endpoints</em> em ensaios clínicos representa “uma maneira de demonstrar e falar acerca da eficácia” de terapêuticas capazes de atingir objetivos difíceis de alcançar, sobretudo através da melhoria significativa da resposta histológica face ao placebo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, Joana Torres sublinhou que uma das principais <em>unmet needs</em> na DII continua a estar relacionada com a estratégia terapêutica e a necessidade de intervenção precoce. “Mais importante do que ter novos fármacos é sabermos utilizá-los de forma correta e sermos muito proativos na gestão do doente”, afirmou, destacando ainda a importância de terapêuticas, como miricizumab, com “excelente relação entre eficácia e segurança a longo prazo”, capazes de proporcionar melhores <em>outcomes</em> e menos complicações para os doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consultar as Informações Essenciais Compatíveis com o Resumo das Características do Medicamento aqui (<a href="https://image.mc.lilly.com/lib/fe9e12737665067c74/m/1/4a4beb0c-8a12-4785-bf97-d8f55e78dcdc.pdf">Omvoh, INN-mirikizumab</a>)</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Este medicamento está sujeito a monitorização adicional. Isto irá permitir a rápida identificação de nova informação de segurança. Pede-se aos profissionais de saúde que notifiquem quaisquer suspeitas de reações adversas. Medicamento autorizado para efeitos de aquisição hospitalar para o tratamento de doentes adultos com colite ulcerosa ativa moderada a grave e doença de Crohn ativa moderada a grave que tenham tido uma resposta inadequada, perda de resposta, ou que tenham sido intolerantes à terapêutica convencional ou a tratamento biológico anti-TNF. Medicamento sujeito a receita médica restrita. Para mais informações contactar o representante do titular da AIM. Lilly Portugal – Produtos Farmacêuticos, Lda., Torre Ocidente; Rua Galileu Galilei, nº2, Piso 7, fração A/D, 1500-392 Lisboa, Portugal. Matriculada na Conservatória do registo Comercial de Cascais sob o número único de matrícula e de pessoa coletiva 500165602, com o capital social de €1.650.000,00.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">PP-MR-PT-0274/JUN2026</p>
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		<title>Inovação tecnológica revela-se a chave da 11.ª edição do Capsule Endoscopy Training Program</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/entrevistas/inovacao-tecnologica-revela-se-a-chave-da-11-a-edicao-do-capsule-endoscopy-training-program/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 16:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 11.ª edição do Capsule Endoscopy Training Program consolidou-se uma vez mais como um momento de referência no calendário da Gastrenterologia nacional e internacional. Segundo o coordenador do programa, Bruno Rosa, o evento foi desenhado de forma estruturada e equilibrada para servir tanto os profissionais que iniciam o seu percurso na endoscopia por cápsula como [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A 11.ª edição do Capsule Endoscopy Training Program consolidou-se uma vez mais como um momento de referência no calendário da Gastrenterologia nacional e internacional. Segundo o coordenador do programa, <strong>Bruno Rosa</strong>, o evento foi desenhado de forma estruturada e equilibrada para servir tanto os profissionais que iniciam o seu percurso na endoscopia por cápsula como aqueles que pretendem aperfeiçoar competências em áreas específicas, como o intestino delgado, cólon e doença inflamatória.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="03_BRUNO ROSA" src="https://player.vimeo.com/video/1203872225?h=cebd471023&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Um dos grandes destaques do evento deste ano foi a introdução de novidades tecnológicas de ponta, nomeadamente o kit <em>PillCam Genius</em>. Bruno Rosa sublinhou o impacto desta ferramenta na rotina de funcionamento dos equipamentos, evidenciando o facto de permitir a realização de exames de forma remota, reduzindo as deslocações dos doentes ao hospital. O balanço de três dias de formação foca-se na capacitação autónoma e com elevados critérios de qualidade para o regresso dos formandos aos seus locais de trabalho.</p>
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		<title>Capsule Endoscopy Training Program: balanço de sucesso numa 11.ª edição marcada pela IA</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/entrevistas/capsule-endoscopy-training-program-balanco-de-sucesso-numa-11-a-edicao-marcada-pela-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 16:05:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sob a direção de José Cotter, a 11.ª edição do Capsule Endoscopy Training Program — organizado pelo Serviço de Gastrenterologia do Hospital da Senhora da Oliveira (ULS do Alto Ave) na Escola de Medicina da Universidade do Minho — terminou com um feedback altamente positivo dos formandos nacionais e estrangeiros. O diretor realçou que a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Sob a direção de <strong>José Cotter</strong>, a 11.ª edição do Capsule Endoscopy Training Program — organizado pelo Serviço de Gastrenterologia do Hospital da Senhora da Oliveira (ULS do Alto Ave) na Escola de Medicina da Universidade do Minho — terminou com um <em>feedback</em> altamente positivo dos formandos nacionais e estrangeiros. O diretor realçou que a constante atualização anual do programa tem sido o segredo para quebrar a monotonia, atraindo desde médicos internos a gastrenterologistas seniores e clínicos de outras especialidades médicas. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="02_JOSÉ COTTER" src="https://player.vimeo.com/video/1203872224?h=a6697cef5f&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O foco central deste ano incidiu sobre a incorporação da Inteligência Artificial na cápsula endoscópica e o forte enfoque na panendoscopia. José Cotter explicou as potencialidades deste procedimento não invasivo, que permite visualizar todo o intestino delgado e grosso num único exame, ajudando na seleção do melhor tratamento subsequente. O sucesso do formato prático e individualizado de ensino reforça o ânimo da organização para dar continuidade ao prestigiado curso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Gastrenterologistas experientes valorizam formação em cápsula endoscópica</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/entrevistas/gastrenterologistas-experientes-valorizam-formacao-em-capsula-endoscopica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:58:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A participação na 11.ª edição do Capsule Endoscopy Training Program revelou-se uma experiência de grande valor para os profissionais de saúde que procuram o desenvolvimento contínuo. Cilénia Baldaia, gastrenterologista da ULS Santa Maria, destacou a vertente eminentemente prática do curso e a vasta experiência da equipa formadora, cujo trabalho consistente ao longo dos anos &#8220;é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A participação na 11.ª edição do Capsule Endoscopy Training Program revelou-se uma experiência de grande valor para os profissionais de saúde que procuram o desenvolvimento contínuo. <strong>Cilénia Baldaia</strong>, gastrenterologista da ULS Santa Maria, destacou a vertente eminentemente prática do curso e a vasta experiência da equipa formadora, cujo trabalho consistente ao longo dos anos &#8220;é sinónimo de uma excelente capacidade organizativa e de partilha de conhecimento&#8221;. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="04_CILÉNIA BALDAIA" src="https://player.vimeo.com/video/1203872222?h=8e59967f4d&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma carreira iniciada antes de a endoscopia por cápsula se massificar, a especialista recordou que a técnica só surgiu no final do seu internato, tendo-se dedicado posteriormente à patologia do intestino delgado através da endoscopia de duplo balão. Integrada num processo de evolução contínua e numa perspetiva de trabalho de grupo para manter a técnica ativa no seu serviço, Cilénia Baldaia encontrou neste programa a formação específica ideal para alargar as suas competências.</p>
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		<title>Pediatria beneficia de aprendizagem prática em endoscopia por cápsula</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/entrevistas/pediatria-beneficia-de-aprendizagem-pratica-em-endoscopia-por-capsula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:32:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 11.ª edição do Capsule Endoscopy Training Program abriu portas a especialidades médicas que habitualmente não dispõem de cursos formativos dedicados nesta área técnica, como é o caso da Pediatria. Mariana Duarte, médica na ULS São José, elogiou o caráter prático do programa e a rapidez com que os novos conhecimentos se tornam aplicáveis no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A 11.ª edição do Capsule Endoscopy Training Program abriu portas a especialidades médicas que habitualmente não dispõem de cursos formativos dedicados nesta área técnica, como é o caso da Pediatria. <strong>Mariana Duarte</strong>, médica na ULS São José, elogiou o caráter prático do programa e a rapidez com que os novos conhecimentos se tornam aplicáveis no dia a dia clínico, permitindo reforçar o número de profissionais aptos a realizar o procedimento no seu hospital.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="05_MARIANA DUARTE" src="https://player.vimeo.com/video/1203872512?h=9df11f7a90&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A aplicação da cápsula endoscópica na Gastrenterologia pediátrica é crucial para o diagnóstico e acompanhamento de doentes graves com doença inflamatória intestinal, que requerem respostas terapêuticas rápidas e caracterizações precisas do intestino delgado. Adicionalmente, em cenários de hemorragia digestiva média, a técnica assume-se como uma ferramenta de grande relevo para identificar com exatidão a causa dos sangramentos na população jovem.</p>
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