Entrevistas

Prof. Doutor Fernando Magro reconhecido com o título de Membro Honorário do GEDII
Prof. Doutor Fernando Magro, ex-presidente GEDII
21 Jan. 2019

Durante a Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019, o Prof. Doutor Fernando Magro foi distinguido com o título de Membro Honorário do GEDII, após desempenhar função enquanto presidente durante três anos. O reconhecimento foi recebido com “muito gosto” e de forma “surpreendente”. O especialista fundou, chefiou e expandiu o grupo, liderando a investigação e divulgação no campo da doença inflamatória intestinal (DII). Assista ao vídeo da entrevista ao My Gastrenterologia.

 

Novas moléculas representam esperança no tratamento de doenças inflamatórias intestinais
Prof. Doutor Edouard Louis, University Hospital CHU Liege, Bélgica
21 Jan. 2019

As novas moléculas foram um tema trazido para discussão durante a Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019, a cargo do Prof. Doutor Edouard Louis, da Bélgica. Como afirmou ao My Gastrenterologia, este novo método “é importante porque as moléculas de que dispomos atualmente não são suficientes para tratar todos os doentes”. Assista ao vídeo da entrevista.

 

 

Reunião Anual GEDII 2019: evento de “grande sucesso” segue trajetória de reuniões anteriores
Dr. Luís Correia, presidente GEDII
21 Jan. 2019

“Podemos dizer, sem complexos nem timidez, que o evento foi um grande sucesso”. As palavras foram do presidente da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019, Dr. Luís Correia. Em entrevista ao My Gastrenterologia, o especialista fez um balanço do evento, que “seguiu a trajetória de reuniões anteriores”, ainda que se superando em alguns aspetos. Assista ao vídeo.

 

Diminuição dos custos da terapêutica é a principal vantagem da utilização de biossimilares
Dr.ª Paula Ministro, Centro Hospitalar Tondela-Viseu
18 Jan. 2019

Relativamente à utilização dos biossimilares, a sua principal vantagem é económica. Quem o afirmou foi a Dr.ª Paula Ministro, em declarações ao My Gastrenterologia. Como explicou durante a mesa-redonda subjacente ao tema, que decorreu no último dia da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019, “estas moléculas provaram ter qualidades farmacocinéticas e farmacodinâmicas iguais às moléculas originais”. Assista ao vídeo.

 

Biossimilares devem ser “utilizados sem problema pelos doentes e com elevada confiança pelos médicos”
Prof. Doutor João Gonçalves, FFUL
18 Jan. 2019

Atualmente, “uma das armas que existem para combater os elevados custos associados à terapêutica com medicamentos biológicos” são os biossimilares. Em entrevista ao My Gastrenterologia, o Prof. Doutor João Gonçalves, docente na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa (FFUL), garantiu que esta é uma forma de contornar a questão económica, sem perder a qualidade dos tratamentos. Assista ao vídeo.

 

Abordagem proativa na monitorização da medicação previne perda de resposta a longo-prazo
Prof. Doutor Filip Baert, AZ Delta, Roeselare, Bélgica
18 Jan. 2019

A abordagem proativa na monitorização da medicação terapêutica foi um dos temas em cima da mesa durante a Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019. O Prof. Doutor Filip Baert declarou ao My Gastrenterologia que, “atualmente, quando não se fazem testes proativos, perdem-se peças essenciais de informação”. Estes permitem “prevenir a perda de resposta aos medicamentos e criar uma situação mais segura para o doente”. Assista ao vídeo.

 

Investigação do microbioma humano garante melhor entendimento da doença inflamatória intestinal
Prof.ª Doutora Hera Vlamakis, Broad Institute of Harvard and MIT
18 Jan. 2019

Durante o terceiro e último dia da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019, a Prof.ª Doutora Hera Vlamakis foi a convidada escolhida para falar sobre um projeto que está a ser realizado no âmbito do microbioma humano. De acordo com a especialista do Broad Institute of Harvard and MIT, nos Estados Unidos da América, este estudo permite validar experiências e perceber como se desenvolve esta temática no que à doença inflamatória intestinal (DII) diz respeito. Assista ao vídeo da entrevista ao My Gastrenterologia.

 

“O primeiro tratamento administrado ao doente é o mais importante”
Dr. Bruce Sands, Mount Sinai Hospital, Nova Iorque, EUA
17 Jan. 2019

Optimized outcomes in IBD” foi o tema do Simpósio promovido pela Takeda, no segundo dia da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019. Enquanto palestrante convidado esteve o Dr. Bruce Sands, que abordou o tema do tratamento de doentes com doença de Crohn e colite ulcerosa. Em entrevista ao My Gastrenterologia, o especialista afirmou que “o primeiro tratamento administrado ao doente é o mais importante”, destacando esta ideia como uma das mensagens-chave da sessão. Assista ao vídeo.

 

Monitorização da medicação terapêutica: abordagem proativa ou reativa?
Prof. Doutor Uri Kopylov, Sheba Medical Center, Israel
17 Jan. 2019

A monitorização da medicação terapêutica tem por base a medição dos “valores de anticorpos usados para fins terapêuticos, em combinação com a medição de anticorpos contra esses medicamentos”. Como explicou, em entrevista, o Prof. Doutor Uri Kopylov, este processo pode ser realizado segundo duas diferentes abordagens: proativa e reativa. Enquanto uma atua numa fase inicial, outra tenta ajustar os valores medicamentosos durante a sua terapêutica. Assista às declarações do especialista ao My Gastrenterologia.

 

Endoscopia em DII: “dilatação endoscópica deverá ser sempre uma opção a considerar”
Prof.ª Doutora Susana Lopes, CHSJ
17 Jan. 2019

“Tanto nas estenoses do trato digestivo inferior, como nas estenoses do trato digestivo superior, a dilatação endoscópica deverá ser sempre uma opção considerada”. Quem o afirmou foi a Prof.ª Doutora Susana Lopes, do Centro Hospitalar São João, em declarações ao My Gastrenterologia. De acordo com a especialista, esta é uma técnica “facilmente acessível, que não necessita de muita prática e pode ser feita logo na altura da endoscopia de diagnóstico”. Assista ao vídeo da entrevista.

 

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