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	<title>My Gastrenterologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da gastrenterologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças do foro gástrico.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 05 Aug 2026 09:10:32 +0000</lastBuildDate>
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	<title>My Gastrenterologia</title>
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		<title>22.º Congresso Nacional de Cancro Digestivo reúne especialistas na Figueira da Foz</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/eventos/22-o-congresso-nacional-de-cancro-digestivo-reune-especialistas-na-figueira-da-foz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:10:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 22.ª edição do Congresso Nacional de Cancro Digestivo decorre entre os dias 7 e 9 de outubro, na Figueira da Foz, reunindo profissionais de saúde e investigadores dedicados ao diagnóstico, tratamento e investigação das doenças oncológicas do aparelho digestivo. O encontro é organizado pelo Grupo de Investigação do Cancro Digestivo (GICD).  O congresso proporciona [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A 22.ª edição do Congresso Nacional de Cancro Digestivo decorre entre os dias 7 e 9 de outubro, na Figueira da Foz, reunindo profissionais de saúde e investigadores dedicados ao diagnóstico, tratamento e investigação das doenças oncológicas do aparelho digestivo. O encontro é organizado pelo Grupo de Investigação do Cancro Digestivo (GICD). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O congresso proporciona a apresentação e discussão das mais recentes evidências científicas, inovação terapêutica e avanços tecnológicos aplicados ao tratamento do cancro digestivo, promovendo igualmente a partilha de experiências entre especialistas de diferentes áreas clínicas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa contempla sessões científicas, apresentações de comunicações livres e posters, bem como momentos dedicados à discussão multidisciplinar de casos clínicos, refletindo a crescente importância da colaboração entre gastrenterologistas, oncologistas, cirurgiões, anatomopatologistas, radiologistas e outros profissionais envolvidos no tratamento destes doentes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A organização aceita a submissão de resumos científicos até ao dia 1 de setembro, incentivando a divulgação de trabalhos de investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda a mais informações sobre o evento <a href="https://www.factorchave.com/22-congresso-nacional-de-cancro-digestivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. </p>
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		<title>Estudo com 7,2 milhões de colonoscopias reforça o benefício do rastreio mais precoce do cancro colorretal</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/atualidade/estudo-com-72-milhoes-de-colonoscopias-reforca-o-beneficio-do-rastreio-mais-precoce-do-cancro-colorretal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:08:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nova revisão nacional sugere que os adultos entre os 45 e os 49 anos apresentam uma carga significativa de adenomas e de neoplasia avançada, lesões consideradas precursoras do cancro colorretal. Os resultados reforçam o debate científico sobre a possibilidade de iniciar o rastreio desta doença antes dos 50 anos em pessoas sem fatores de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma nova revisão nacional sugere que os adultos entre os 45 e os 49 anos apresentam uma carga significativa de adenomas e de neoplasia avançada, lesões consideradas precursoras do cancro colorretal. Os resultados reforçam o debate científico sobre a possibilidade de iniciar o rastreio desta doença antes dos 50 anos em pessoas sem fatores de risco conhecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação analisou estudos publicados entre 2010 e agosto de 2025 e reuniu dados de 19 estudos, que incluíram 7,2 milhões de colonoscopias. Destes, 16 estudos foram incluídos na meta-análise quantitativa, incidindo exclusivamente em indivíduos de risco médio, sem história familiar relevante ou sintomas de elevado risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores verificaram que a taxa de deteção de adenomas aumenta de forma expressiva com a idade. Nos adultos entre os 40 e os 44 anos, a taxa combinada foi de 13,4% (IC 95%: 7,4%-20,9%). Já entre os 45 e os 49 anos, esse valor subiu para 18,4% (IC 95%: 12,8%-24,8%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também a prevalência de adenomas não coloniais revelou um aumento com a idade. Nos indivíduos entre os 40 e os 44 anos, a prevalência estimada foi de 3,3% (IC 95%: 2,3%-4,6%), enquanto no grupo dos 45 aos 49 anos atingiu 4,5% (IC 95%: 3,5%-5,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autores, várias das populações estudadas apresentaram uma prevalência de neoplasia avançada entre os 45 e os 49 anos semelhante à observada em pessoas no início da década dos 50 anos, faixa etária em que tradicionalmente se inicia o rastreio em muitos países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os investigadores sublinhem que os resultados não alteram, por si só, as recomendações clínicas em vigor, consideram que estas evidências fornecem uma base sólida para futuras decisões sobre a idade ideal para iniciar o rastreio do cancro colorretal em adultos de risco médio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S001651072606774X?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. </p>
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		<title>Investigadores descobrem que gordura favorece progressão do cancro do estômago</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/atualidade/investigadores-descobrem-que-gordura-favorece-progressao-do-cancro-do-estomago/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:06:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto descobriram que o cancro do estômago pode ser alimentado pela gordura, abrindo portas a terapias para bloquear esta interação que favorece a progressão da doença. A investigação “identificou uma nova forma de comunicação entre células do cancro do estômago e células [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Cientistas do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto descobriram que o cancro do estômago pode ser alimentado pela gordura, abrindo portas a terapias para bloquear esta interação que favorece a progressão da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação “identificou uma nova forma de comunicação entre células do cancro do estômago e células do tecido adiposo”, mostrando que a interação “pode fornecer energia às células tumorais, favorecendo a progressão da doença”, descreve o i3S em comunicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores acreditam que a descoberta “poderá abrir caminho ao desenvolvimento de novas terapias capazes de bloquear a troca de mensagens entre as células cancerígenas e as células de gordura, dificultando o acesso do tumor a esta fonte de energia”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O i3S destaca, por isso, o “potencial impacto” da investigação “no controlo da progressão do cancro”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, considera que a investigação pode “contribuir para combater problemas frequentemente associados à doença, como perda acentuada de peso, de massa muscular e de gordura corporal, afetando de forma significativa a qualidade de vida e a sobrevivência dos doentes com cancro”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ao revelar uma nova forma de interação entre o tumor e os tecidos que o rodeiam, este trabalho reforça a importância de compreender não apenas as células cancerígenas, mas também o ambiente em que estas se desenvolvem”, sublinha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No estudo, os investigadores analisaram células de cancro do estômago que apresentam à superfície uma molécula de açúcar (chamada sialyl-Tn), frequentemente encontrada em tumores mais agressivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta molécula foi identificada “como um elemento central” no processo de comunicação entre o tumor e o tecido adiposo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Verificámos que estas células libertam pequenas partículas, conhecidas como vesículas extracelulares, que funcionam como «mensagens» enviadas para outras células do organismo”, refere Daniela Freitas, investigadora do i3S e coordenadora do estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando estas partículas chegam às células de gordura, elas começam “a libertar mais ácidos gordos, moléculas ricas em energia que podem ser aproveitadas pelas células tumorais”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Observámos que as células cancerígenas conseguem adaptar-se para utilizar essa gordura como combustível. Ao terem acesso a esta fonte adicional de energia, tornam-se mais móveis e podem ganhar uma maior capacidade de invadir os tecidos vizinhos”, sublinha Cátia Ramos, primeira autora do estudo.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: LUSA</p>
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		<title>Hepatites virais: prevenir hoje para proteger o futuro</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/opiniao/hepatites-virais-prevenir-hoje-para-proteger-o-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:04:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Assinalado a 28 de julho, o Dia Mundial das Hepatites constitui uma oportunidade para sensibilizar a população para um problema de saúde pública que continua a afetar milhões de pessoas em todo o mundo”, afirmou Filipe Calinas, gastrenterologista no Centro de Responsabilidade Integrado (CRI) de Gastrenterologia da ULS São José e presidente do Conselho Fiscal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">“Assinalado a 28 de julho, o Dia Mundial das Hepatites constitui uma oportunidade para sensibilizar a população para um problema de saúde pública que continua a afetar milhões de pessoas em todo o mundo”, afirmou <strong>Filipe Calinas</strong>, gastrenterologista no Centro de Responsabilidade Integrado (CRI) de Gastrenterologia da ULS São José e presidente do Conselho Fiscal da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF). Neste artigo de opinião, o especialista reforça a importância da prevenção através da vacinação e dos comportamentos seguros. Leia o artigo completo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As hepatites virais são infeções que atingem o fígado e podem ser causadas por diferentes vírus, nomeadamente os vírus das hepatites A, B, C, D e E. Embora algumas destas infeções sejam agudas e autolimitadas, outras podem tornar-se crónicas e evoluir silenciosamente durante anos, levando a complicações graves, como cirrose hepática, insuficiência hepática e cancro do fígado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das maiores dificuldades no combate às hepatites virais reside precisamente no facto de muitas pessoas desconhecerem que estão infetadas. Em particular, as hepatites B e C podem não provocar sintomas durante longos períodos, permitindo que a doença progrida sem ser detetada. Quando surgem sinais como fadiga persistente, perda de apetite, náuseas, dor abdominal, icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) ou urina escura, os danos hepáticos podem já ser significativos. Por esta razão, o diagnóstico precoce assume um papel fundamental na redução da morbilidade e da mortalidade associadas a estas doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prevenção continua a ser a estratégia mais eficaz para reduzir o impacto das hepatites virais. No caso das hepatites A e E, a adoção de boas práticas de higiene, o acesso a água potável e o correto manuseamento dos alimentos são medidas essenciais para evitar a transmissão. Já a hepatite B, que pode ser transmitida através do contacto com sangue ou fluidos corporais infetados, pode ser prevenida de forma muito eficaz através da vacinação. A vacina contra a hepatite B integra o Programa Nacional de Vacinação e constitui uma das ferramentas mais importantes na proteção da saúde individual e coletiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da vacinação, é essencial promover comportamentos seguros, nomeadamente a utilização de material esterilizado em procedimentos médicos e estéticos, não partilhar objetos cortantes, como lâminas e escovas de dentes, e a utilização de preservativo. Estas medidas contribuem para reduzir o risco de transmissão de diferentes tipos de hepatite viral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico precoce depende, em grande medida, da realização de testes de rastreio e da consciencialização da população para os fatores de risco. Pessoas que receberam transfusões sanguíneas antes da implementação dos atuais métodos de rastreio (1992, no caso da hepatite C), utilizadores de drogas injetáveis, profissionais de saúde, pessoas com múltiplos parceiros sexuais ou indivíduos provenientes de regiões com elevada prevalência de hepatites devem estar particularmente atentos e procurar aconselhamento médico. Atualmente, existem testes simples, rápidos e fiáveis que permitem identificar a infeção e encaminhar os doentes para acompanhamento adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Dia Mundial das Hepatites, importa reforçar a mensagem de que estas doenças podem ser prevenidas, diagnosticadas e, em muitos casos, tratadas com sucesso. A informação, a literacia em saúde e o acesso aos cuidados de saúde são pilares fundamentais para alcançar o objetivo global de eliminar as hepatites virais como ameaça à Saúde Pública.</p>
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		<item>
		<title>Gastrenterologia em debate: perguntas simples, respostas complexas</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/eventos/gastrenterologia-em-debate-perguntas-simples-respostas-complexas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:50:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reunião Monotemática da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia reúne especialistas num encontro centrado nos desafios mais frequentes e exigentes da prática clínica em saúde digestiva, promovendo uma reflexão aprofundada sobre questões do quotidiano médico. Sob o mote “Perguntas fáceis, respostas difíceis”, a iniciativa parte de uma premissa reconhecida pelos gastrenterologistas: muitas das dúvidas aparentemente simples [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Reunião Monotemática da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia reúne especialistas num encontro centrado nos desafios mais frequentes e exigentes da prática clínica em saúde digestiva, promovendo uma reflexão aprofundada sobre questões do quotidiano médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob o mote “Perguntas fáceis, respostas difíceis”, a iniciativa parte de uma premissa reconhecida pelos gastrenterologistas: muitas das dúvidas aparentemente simples colocadas no dia a dia clínico escondem decisões complexas, que exigem conhecimento atualizado, experiência e sensibilidade clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião decorre no dia 20 de fevereiro na Figueira da Foz, reunindo a comunidade científica em torno de um modelo que privilegia a discussão crítica e a partilha de conhecimento, num momento em que a Gastrenterologia enfrenta desafios crescentes associados à complexidade dos doentes e à evolução das abordagens terapêuticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre o evento <a href="https://www.spg.pt/events/reuniao-monotematica-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ULS Tâmega e Sousa integra cirurgia robótica no tratamento do cancro gástrico</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/atualidade/uls-tamega-e-sousa-integra-cirurgia-robotica-no-tratamento-do-cancro-gastrico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:49:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa (ULSTS) alcançou um marco histórico na sua resposta assistencial com a realização da sua primeira cirurgia robótica, um bypass gástrico bem-sucedido. O avanço foi possível graças a um investimento de 1,5 milhões de euros num equipamento cirúrgico de alta precisão e tecnologia minimamente invasiva, que passará [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa (ULSTS) alcançou um marco histórico na sua resposta assistencial com a realização da sua primeira cirurgia robótica, um bypass gástrico bem-sucedido. O avanço foi possível graças a um investimento de 1,5 milhões de euros num equipamento cirúrgico de alta precisão e tecnologia minimamente invasiva, que passará a ser utilizado de forma regular no tratamento da obesidade e do cancro gástrico. Com este passo estratégico, integrado após um rigoroso programa de formação multidisciplinar, a instituição evita a transferência de doentes para outras regiões e posiciona-se no grupo restrito de hospitais públicos integrados no SNS a disponibilizar esta diferenciação clínica a uma população de cerca de meio milhão de habitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A realização da primeira cirurgia robótica representa um marco na história da ULSTS. Este investimento demonstra a nossa aposta contínua na inovação, na diferenciação clínica e na melhoria dos cuidados prestados à população”, referiu o presidente do conselho de administração da ULSTS que serve uma população de 11 municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">José Luís Gaspar destacou que “os doentes passam a ter acesso a tecnologia de última geração, próxima de casa, sem necessidade de serem encaminhados para outros centros hospitalares”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ULSTS, a introdução desta tecnologia foi precedida por um exigente programa de formação multidisciplinar, que envolveu cirurgiões, anestesiologistas, enfermeiros e assistentes operacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A implementação da cirurgia robótica integra a estratégia de desenvolvimento tecnológico da ULSTS e reforça a capacidade de resposta em áreas cirúrgicas altamente diferenciadas, colocando a instituição entre o conjunto de hospitais do Serviço Nacional de Saúde que disponibilizam esta tecnologia”, descreveu a ULSTS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ULSTS junta o Hospital Padre Américo (Penafiel) e o Hospital de São Gonçalo (Amarante), bem como os centros de saúde destes territórios.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: ULSTS</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Investigação portuguesa abre caminho a estratégias preventivas na doença de Crohn</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/atualidade/investigacao-portuguesa-abre-caminho-a-estrategias-preventivas-na-doenca-de-crohn/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:47:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, da Universidade do Porto, está a desenvolver uma abordagem inovadora que poderá transformar o paradigma terapêutico da doença de Crohn, ao apostar na prevenção da inflamação antes do aparecimento clínico da doença. O trabalho, liderado pela investigadora Salomé Pinho, já deu origem a um ensaio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma equipa do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, da Universidade do Porto, está a desenvolver uma abordagem inovadora que poderá transformar o paradigma terapêutico da doença de Crohn, ao apostar na prevenção da inflamação antes do aparecimento clínico da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho, liderado pela investigadora Salomé Pinho, já deu origem a um ensaio clínico em curso, baseado numa molécula com propriedades imunomoduladoras capaz de atuar em fases muito precoces da transição entre saúde e doença. “As evidências que acumulámos ao longo destes anos [de investigação] permitiram-nos identificar uma molécula com propriedades imunomoduladoras, ou seja, controlam estados muito iniciais da transição da saúde para a inflamação intestinal, e demos o salto para a prática clínica”, explicou a investigadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia desenvolvida pela equipa centra-se na modulação do sistema imunitário antes da instalação de inflamação persistente, uma abordagem ainda pouco explorada nas doenças inflamatórias intestinais. Segundo Salomé Pinho, esta inovação “visa no futuro abordagens de prevenção da doença”, podendo representar uma mudança estrutural na forma como estas patologias são tratadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“[Queremos] mudar um pouco o paradigma de uma medicina reativa para uma medicina mais preventiva, antevendo a prevenção da doença, também graças, obviamente, a financiamento europeu competitivo”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ensaio clínico atualmente em curso surge como um passo crítico na translação do conhecimento fundamental para a prática clínica. “Este ensaio clínico pode ‘acelerar estas descobertas que acumulámos ao longo de anos’”, referiu Salomé Pinho, acrescentando ser “gratificante ver que já há doentes com Crohn nos ensaios, ainda experimentais, e que já estão a tomar fármacos e moléculas” desenvolvidas pela equipa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além da prevenção, a abordagem poderá também ter impacto na redução de recaídas inflamatórias, uma das principais limitações das terapêuticas atuais. “Isto é obviamente muito relevante para a doença de Crohn e será, com certeza, relevante para outras doenças autoimunes”, sublinhou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação decorre no âmbito do Laboratório de Imunologia, Cancro e Glicomedicina do i3S, que tem vindo a explorar o papel das alterações imunológicas e glicobiológicas em doenças inflamatórias intestinais, bem como em patologias autoimunes como o lúpus e a artrite reumatoide, e ainda no cancro colorretal. </p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: LUSA</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Avanços na investigação trazem novas perspetivas para tumores digestivos raros</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/entrevistas/avancos-na-investigacao-trazem-novas-perspetivas-para-tumores-digestivos-raros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os tumores do pâncreas, das vias biliares e o hepatocarcinoma continuam a representar um desafio significativo na Oncologia digestiva, devido à sua heterogeneidade, agressividade e dificuldade diagnóstica. Maria João Marques Ribeiro, oncologista na ULS de São João, destacou o crescimento do conhecimento científico nesta área e a importância da partilha de experiências entre especialistas para [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Os tumores do pâncreas, das vias biliares e o hepatocarcinoma continuam a representar um desafio significativo na Oncologia digestiva, devido à sua heterogeneidade, agressividade e dificuldade diagnóstica. <strong>Maria João Marques Ribeiro</strong>, oncologista na ULS de São João, destacou o crescimento do conhecimento científico nesta área e a importância da partilha de experiências entre especialistas para melhorar a abordagem clínica destes doentes. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Avanços na investigação trazem novas perspetivas para tumores digestivos raros" src="https://player.vimeo.com/video/1169625973?h=8330a4e8ae&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Durante a sessão dedicada a estes tumores digestivos, foi evidenciada a diversidade e complexidade destas patologias. “São efetivamente tumores muito heterogéneos”, sublinhou a especialista, lembrando que durante muitos anos existiu pouca evidência científica disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Maria João Marques Ribeiro, encontros científicos como as XIV Perspectivas em Oncologia são fundamentais para aproximar especialistas e promover a discussão de casos clínicos. “O mais importante destas reuniões é partilharmos experiências e não termos medo de discutir dúvidas sobre casos”, referiu, acrescentando que esta troca de conhecimento é particularmente relevante em tumores raros e agressivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos desafios, a especialista mostrou-se otimista quanto ao futuro. “Temos muitos estudos a terminar e a analisar dados e acredito que, num futuro não muito distante, possa ser um futuro brilhante”, concluiu.</p>
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		<title>Save the date: Porto ESD Live ocorre em outubro</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/eventos/save-the-date-porto-esd-live-ocorre-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:45:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade do Porto é o epicentro, nos dias 1 e 2 de outubro de 2026, de mais uma edição do Porto ESD Live, um evento dedicado à endoscopia avançada que reúne alguns dos maiores especialistas mundiais nesta área. O encontro decorre no Auditório Infante D. Henrique, na Marina de Leça da Palmeira e tem [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A cidade do Porto é o epicentro, nos dias 1 e 2 de outubro de 2026, de mais uma edição do Porto ESD Live, um evento dedicado à endoscopia avançada que reúne alguns dos maiores especialistas mundiais nesta área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro decorre no Auditório Infante D. Henrique, na Marina de Leça da Palmeira e tem como objetivo ser um espaço de excelência para a partilha de conhecimento, inovação e prática clínica em técnicas como a dissecação endoscópica submucosa (ESD) e a chamada “3rd space endoscopy”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com um programa científico intensivo, o Porto ESD Live inclui a transmissão em direto de casos clínicos a partir de várias salas, permitindo interação em tempo real entre especialistas e participantes. Estão também previstas sessões inovadoras, como “How I Do It” e entrevistas rápidas pós-procedimento, focadas na partilha de estratégias práticas e dicas técnicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais informações <a href="https://www.portoesdlive.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Inteligência artificial melhora avaliação histológica na colite ulcerativa</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/atualidade/inteligencia-artificial-melhora-avaliacao-histologica-na-colite-ulcerativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo internacional publicado no United European Gastroenterology Journal demonstra que a inteligência artificial (IA) pode auxiliar na análise histológica na colite ulcerativa, ao aumentar a precisão e reduzir a variabilidade na avaliação da atividade da doença. A análise de biópsias da mucosa intestinal é um elemento central no acompanhamento dos doentes com colite ulcerativa, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo internacional publicado no <em>United European Gastroenterology Journal</em> demonstra que a inteligência artificial (IA) pode auxiliar na análise histológica na colite ulcerativa, ao aumentar a precisão e reduzir a variabilidade na avaliação da atividade da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise de biópsias da mucosa intestinal é um elemento central no acompanhamento dos doentes com colite ulcerativa, permitindo determinar a gravidade da inflamação, a extensão da doença e a resposta ao tratamento. No entanto, este processo continua dependente de especialistas altamente treinados, sendo moroso, dispendioso e sujeito a variabilidade entre observadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para responder a estes desafios, investigadores de 38 centros em 19 países desenvolveram um modelo de IA baseado em aprendizagem automática para analisar lâminas histopatológicas preparadas a partir de amostras de biópsia de doentes com colite ulcerativa. O sistema foi treinado para reconhecer diferentes tipos celulares e atribuir uma pontuação de atividade inflamatória com base no Índice Histológico de Nancy.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram analisadas 850 imagens, utilizadas para treinar, validar e testar o modelo. Os resultados mostram uma melhoria significativa no desempenho da IA face a uma fase piloto anterior. A concordância com o índice de Nancy aumentou de 61,5% para 74,82%, enquanto a capacidade de deteção celular duplicou, passando de 27,5% para 58,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores destacam que estes avanços reforçam o potencial da IA como ferramenta de apoio à prática clínica, permitindo uma avaliação mais padronizada e escalável da atividade da doença. A continuação do desenvolvimento e implementação deste modelo em centros internacionais poderá contribuir para uma gestão mais eficiente e precisa da colite ulcerativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42390952/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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