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	<title>Sandra Muralha, Author at My Gastrenterologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da gastrenterologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças do foro gástrico.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Jul 2026 10:09:10 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Sandra Muralha, Author at My Gastrenterologia</title>
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		<title>Gastrenterologia em debate: perguntas simples, respostas complexas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:50:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reunião Monotemática da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia reúne especialistas num encontro centrado nos desafios mais frequentes e exigentes da prática clínica em saúde digestiva, promovendo uma reflexão aprofundada sobre questões do quotidiano médico. Sob o mote “Perguntas fáceis, respostas difíceis”, a iniciativa parte de uma premissa reconhecida pelos gastrenterologistas: muitas das dúvidas aparentemente simples [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Reunião Monotemática da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia reúne especialistas num encontro centrado nos desafios mais frequentes e exigentes da prática clínica em saúde digestiva, promovendo uma reflexão aprofundada sobre questões do quotidiano médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob o mote “Perguntas fáceis, respostas difíceis”, a iniciativa parte de uma premissa reconhecida pelos gastrenterologistas: muitas das dúvidas aparentemente simples colocadas no dia a dia clínico escondem decisões complexas, que exigem conhecimento atualizado, experiência e sensibilidade clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião decorre no dia 20 de fevereiro na Figueira da Foz, reunindo a comunidade científica em torno de um modelo que privilegia a discussão crítica e a partilha de conhecimento, num momento em que a Gastrenterologia enfrenta desafios crescentes associados à complexidade dos doentes e à evolução das abordagens terapêuticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre o evento <a href="https://www.spg.pt/events/reuniao-monotematica-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>ULS Tâmega e Sousa integra cirurgia robótica no tratamento do cancro gástrico</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/atualidade/uls-tamega-e-sousa-integra-cirurgia-robotica-no-tratamento-do-cancro-gastrico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:49:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa (ULSTS) alcançou um marco histórico na sua resposta assistencial com a realização da sua primeira cirurgia robótica, um bypass gástrico bem-sucedido. O avanço foi possível graças a um investimento de 1,5 milhões de euros num equipamento cirúrgico de alta precisão e tecnologia minimamente invasiva, que passará [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa (ULSTS) alcançou um marco histórico na sua resposta assistencial com a realização da sua primeira cirurgia robótica, um bypass gástrico bem-sucedido. O avanço foi possível graças a um investimento de 1,5 milhões de euros num equipamento cirúrgico de alta precisão e tecnologia minimamente invasiva, que passará a ser utilizado de forma regular no tratamento da obesidade e do cancro gástrico. Com este passo estratégico, integrado após um rigoroso programa de formação multidisciplinar, a instituição evita a transferência de doentes para outras regiões e posiciona-se no grupo restrito de hospitais públicos integrados no SNS a disponibilizar esta diferenciação clínica a uma população de cerca de meio milhão de habitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A realização da primeira cirurgia robótica representa um marco na história da ULSTS. Este investimento demonstra a nossa aposta contínua na inovação, na diferenciação clínica e na melhoria dos cuidados prestados à população”, referiu o presidente do conselho de administração da ULSTS que serve uma população de 11 municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">José Luís Gaspar destacou que “os doentes passam a ter acesso a tecnologia de última geração, próxima de casa, sem necessidade de serem encaminhados para outros centros hospitalares”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ULSTS, a introdução desta tecnologia foi precedida por um exigente programa de formação multidisciplinar, que envolveu cirurgiões, anestesiologistas, enfermeiros e assistentes operacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A implementação da cirurgia robótica integra a estratégia de desenvolvimento tecnológico da ULSTS e reforça a capacidade de resposta em áreas cirúrgicas altamente diferenciadas, colocando a instituição entre o conjunto de hospitais do Serviço Nacional de Saúde que disponibilizam esta tecnologia”, descreveu a ULSTS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ULSTS junta o Hospital Padre Américo (Penafiel) e o Hospital de São Gonçalo (Amarante), bem como os centros de saúde destes territórios.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: ULSTS</p>
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		<item>
		<title>Investigação portuguesa abre caminho a estratégias preventivas na doença de Crohn</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/atualidade/investigacao-portuguesa-abre-caminho-a-estrategias-preventivas-na-doenca-de-crohn/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:47:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, da Universidade do Porto, está a desenvolver uma abordagem inovadora que poderá transformar o paradigma terapêutico da doença de Crohn, ao apostar na prevenção da inflamação antes do aparecimento clínico da doença. O trabalho, liderado pela investigadora Salomé Pinho, já deu origem a um ensaio [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma equipa do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, da Universidade do Porto, está a desenvolver uma abordagem inovadora que poderá transformar o paradigma terapêutico da doença de Crohn, ao apostar na prevenção da inflamação antes do aparecimento clínico da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho, liderado pela investigadora Salomé Pinho, já deu origem a um ensaio clínico em curso, baseado numa molécula com propriedades imunomoduladoras capaz de atuar em fases muito precoces da transição entre saúde e doença. “As evidências que acumulámos ao longo destes anos [de investigação] permitiram-nos identificar uma molécula com propriedades imunomoduladoras, ou seja, controlam estados muito iniciais da transição da saúde para a inflamação intestinal, e demos o salto para a prática clínica”, explicou a investigadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia desenvolvida pela equipa centra-se na modulação do sistema imunitário antes da instalação de inflamação persistente, uma abordagem ainda pouco explorada nas doenças inflamatórias intestinais. Segundo Salomé Pinho, esta inovação “visa no futuro abordagens de prevenção da doença”, podendo representar uma mudança estrutural na forma como estas patologias são tratadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“[Queremos] mudar um pouco o paradigma de uma medicina reativa para uma medicina mais preventiva, antevendo a prevenção da doença, também graças, obviamente, a financiamento europeu competitivo”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ensaio clínico atualmente em curso surge como um passo crítico na translação do conhecimento fundamental para a prática clínica. “Este ensaio clínico pode ‘acelerar estas descobertas que acumulámos ao longo de anos’”, referiu Salomé Pinho, acrescentando ser “gratificante ver que já há doentes com Crohn nos ensaios, ainda experimentais, e que já estão a tomar fármacos e moléculas” desenvolvidas pela equipa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além da prevenção, a abordagem poderá também ter impacto na redução de recaídas inflamatórias, uma das principais limitações das terapêuticas atuais. “Isto é obviamente muito relevante para a doença de Crohn e será, com certeza, relevante para outras doenças autoimunes”, sublinhou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação decorre no âmbito do Laboratório de Imunologia, Cancro e Glicomedicina do i3S, que tem vindo a explorar o papel das alterações imunológicas e glicobiológicas em doenças inflamatórias intestinais, bem como em patologias autoimunes como o lúpus e a artrite reumatoide, e ainda no cancro colorretal. </p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: LUSA</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Avanços na investigação trazem novas perspetivas para tumores digestivos raros</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/entrevistas/avancos-na-investigacao-trazem-novas-perspetivas-para-tumores-digestivos-raros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os tumores do pâncreas, das vias biliares e o hepatocarcinoma continuam a representar um desafio significativo na Oncologia digestiva, devido à sua heterogeneidade, agressividade e dificuldade diagnóstica. Maria João Marques Ribeiro, oncologista na ULS de São João, destacou o crescimento do conhecimento científico nesta área e a importância da partilha de experiências entre especialistas para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os tumores do pâncreas, das vias biliares e o hepatocarcinoma continuam a representar um desafio significativo na Oncologia digestiva, devido à sua heterogeneidade, agressividade e dificuldade diagnóstica. <strong>Maria João Marques Ribeiro</strong>, oncologista na ULS de São João, destacou o crescimento do conhecimento científico nesta área e a importância da partilha de experiências entre especialistas para melhorar a abordagem clínica destes doentes. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Avanços na investigação trazem novas perspetivas para tumores digestivos raros" src="https://player.vimeo.com/video/1169625973?h=8330a4e8ae&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Durante a sessão dedicada a estes tumores digestivos, foi evidenciada a diversidade e complexidade destas patologias. “São efetivamente tumores muito heterogéneos”, sublinhou a especialista, lembrando que durante muitos anos existiu pouca evidência científica disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Maria João Marques Ribeiro, encontros científicos como as XIV Perspectivas em Oncologia são fundamentais para aproximar especialistas e promover a discussão de casos clínicos. “O mais importante destas reuniões é partilharmos experiências e não termos medo de discutir dúvidas sobre casos”, referiu, acrescentando que esta troca de conhecimento é particularmente relevante em tumores raros e agressivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos desafios, a especialista mostrou-se otimista quanto ao futuro. “Temos muitos estudos a terminar e a analisar dados e acredito que, num futuro não muito distante, possa ser um futuro brilhante”, concluiu.</p>
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		<item>
		<title>Save the date: Porto ESD Live ocorre em outubro</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/eventos/save-the-date-porto-esd-live-ocorre-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:45:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade do Porto é o epicentro, nos dias 1 e 2 de outubro de 2026, de mais uma edição do Porto ESD Live, um evento dedicado à endoscopia avançada que reúne alguns dos maiores especialistas mundiais nesta área. O encontro decorre no Auditório Infante D. Henrique, na Marina de Leça da Palmeira e tem [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A cidade do Porto é o epicentro, nos dias 1 e 2 de outubro de 2026, de mais uma edição do Porto ESD Live, um evento dedicado à endoscopia avançada que reúne alguns dos maiores especialistas mundiais nesta área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro decorre no Auditório Infante D. Henrique, na Marina de Leça da Palmeira e tem como objetivo ser um espaço de excelência para a partilha de conhecimento, inovação e prática clínica em técnicas como a dissecação endoscópica submucosa (ESD) e a chamada “3rd space endoscopy”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com um programa científico intensivo, o Porto ESD Live inclui a transmissão em direto de casos clínicos a partir de várias salas, permitindo interação em tempo real entre especialistas e participantes. Estão também previstas sessões inovadoras, como “How I Do It” e entrevistas rápidas pós-procedimento, focadas na partilha de estratégias práticas e dicas técnicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais informações <a href="https://www.portoesdlive.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inteligência artificial melhora avaliação histológica na colite ulcerativa</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/atualidade/inteligencia-artificial-melhora-avaliacao-histologica-na-colite-ulcerativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo internacional publicado no United European Gastroenterology Journal demonstra que a inteligência artificial (IA) pode auxiliar na análise histológica na colite ulcerativa, ao aumentar a precisão e reduzir a variabilidade na avaliação da atividade da doença. A análise de biópsias da mucosa intestinal é um elemento central no acompanhamento dos doentes com colite ulcerativa, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo internacional publicado no <em>United European Gastroenterology Journal</em> demonstra que a inteligência artificial (IA) pode auxiliar na análise histológica na colite ulcerativa, ao aumentar a precisão e reduzir a variabilidade na avaliação da atividade da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise de biópsias da mucosa intestinal é um elemento central no acompanhamento dos doentes com colite ulcerativa, permitindo determinar a gravidade da inflamação, a extensão da doença e a resposta ao tratamento. No entanto, este processo continua dependente de especialistas altamente treinados, sendo moroso, dispendioso e sujeito a variabilidade entre observadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para responder a estes desafios, investigadores de 38 centros em 19 países desenvolveram um modelo de IA baseado em aprendizagem automática para analisar lâminas histopatológicas preparadas a partir de amostras de biópsia de doentes com colite ulcerativa. O sistema foi treinado para reconhecer diferentes tipos celulares e atribuir uma pontuação de atividade inflamatória com base no Índice Histológico de Nancy.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram analisadas 850 imagens, utilizadas para treinar, validar e testar o modelo. Os resultados mostram uma melhoria significativa no desempenho da IA face a uma fase piloto anterior. A concordância com o índice de Nancy aumentou de 61,5% para 74,82%, enquanto a capacidade de deteção celular duplicou, passando de 27,5% para 58,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores destacam que estes avanços reforçam o potencial da IA como ferramenta de apoio à prática clínica, permitindo uma avaliação mais padronizada e escalável da atividade da doença. A continuação do desenvolvimento e implementação deste modelo em centros internacionais poderá contribuir para uma gestão mais eficiente e precisa da colite ulcerativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42390952/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nem tudo é alergia: compreender as intolerâncias alimentares</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/opiniao/nem-tudo-e-alergia-compreender-as-intolerancias-alimentares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:38:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste artigo de opinião, Bruno Rosa, gastrenterologista da ULS Alto Ave e presidente do Grupo de Estudos Português do Intestino Delgado (GEPID) da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia, esclarece as diferenças entre alergias e intolerâncias alimentares, desmistificando conceitos frequentemente confundidos e alertando para a importância de um diagnóstico adequado. Leia o artigo. Cada vez mais pessoas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo de opinião, <strong>Bruno Rosa</strong>, gastrenterologista da ULS Alto Ave e presidente do Grupo de Estudos Português do Intestino Delgado (GEPID) da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia, esclarece as diferenças entre alergias e intolerâncias alimentares, desmistificando conceitos frequentemente confundidos e alertando para a importância de um diagnóstico adequado. Leia o artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada vez mais pessoas referem sentir desconforto após a ingestão de determinados alimentos. Expressões como “sou intolerante” ou “tenho alergia alimentar” tornaram-se frequentes, mas estes dois conceitos não significam o mesmo e importa compreender as diferenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As alergias alimentares correspondem a uma reação do sistema imunitário contra determinados alimentos. Mesmo pequenas quantidades podem desencadear sintomas rápidos e potencialmente graves, como urticária, inchaço, dificuldade respiratória, vómitos ou, em casos extremos, anafilaxia. Entre os alimentos mais frequentemente associados a alergia encontram-se o leite, o ovo, os frutos secos, o marisco e o peixe. As alergias alimentares surgem mais frequentemente na infância, embora algumas possam persistir ao longo da vida ou mesmo aparecer pela primeira vez na idade adulta, especialmente no caso do marisco, peixe ou frutos secos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já as intolerâncias alimentares não envolvem o sistema imunitário. Resultam geralmente de dificuldades na digestão ou metabolização de determinados componentes dos alimentos. O exemplo mais conhecido é a intolerância à lactose, causada pela redução da enzima responsável pela digestão do açúcar do leite. Nestes casos, os sintomas tendem a ser sobretudo digestivos, como distensão abdominal, gases, dor abdominal ou diarreia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe ainda muita confusão em torno do glúten. A doença celíaca não é uma alergia alimentar, mas sim uma doença autoimune desencadeada pelo glúten, proteína presente no trigo, cevada e centeio. Nestes doentes, a ingestão de glúten provoca inflamação e lesão do intestino delgado, sendo necessária a exclusão rigorosa deste componente da alimentação. No entanto, nem todas as pessoas que se sentem “mal com glúten” têm doença celíaca, sendo necessária uma avaliação médica adequada antes de iniciar dietas restritivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante evitar autodiagnósticos e exclusões alimentares sem orientação profissional. Dietas desnecessariamente restritivas podem comprometer a qualidade de vida e causar défices nutricionais, sobretudo em crianças e jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perante sintomas persistentes relacionados com a alimentação, a melhor abordagem passa por procurar aconselhamento médico diferenciado. Um diagnóstico correto é essencial para garantir segurança, tranquilidade e uma alimentação equilibrada.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Investigação portuguesa premiada destaca abordagem complementar na doença de Crohn</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/entrevistas/investigacao-portuguesa-premiada-destaca-abordagem-complementar-na-doenca-de-crohn/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:35:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unidade Local de Saúde do Alto Ave foi distinguida com o Prémio Nacional de Gastrenterologia, atribuído na Semana Digestiva, pelo estudo “Complementary Roles of Intestinal Ultrasound and Capsule Endoscopy in Crohn’s Disease: A Prospective Blinded Comparative Study”. Em entrevista à News Farma, João Carlos Gonçalves, primeiro autor da investigação, destaca o significado desta distinção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Unidade Local de Saúde do Alto Ave foi distinguida com o Prémio Nacional de Gastrenterologia, atribuído na Semana Digestiva, pelo estudo “Complementary Roles of Intestinal Ultrasound and Capsule Endoscopy in Crohn’s Disease: A Prospective Blinded Comparative Study”. Em entrevista à News Farma, <strong>João Carlos Gonçalves</strong>, primeiro autor da investigação, destaca o significado desta distinção e o contributo do trabalho para a prática clínica na doença de Crohn, desenvolvido em colaboração com Francisca Dias-Castro, Sílvia Leite, Joana Magalhães, Bruno Rosa e José Cotter. Leia a entrevista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | O que representa, para si, a distinção com o Prémio Nacional de Gastrenterologia, tanto a nível pessoal como profissional?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>J<strong>oão Carlos Gonçalves</strong> (JCG) |</strong> Na vertente profissional, vejo esta distinção como um reconhecimento do planeamento e concretização deste trabalho de investigação, bem como do esforço coletivo de todos os profissionais envolvidos no estudo. Naturalmente, a materialização do trabalho foi possível graças às condições criadas pelo Serviço de Gastrenterologia da Unidade Local de Saúde do Alto Ave para o desenvolvimento de atividade científica. A Gastrenterologia em Portugal é uma especialidade particularmente dinâmica e colaborativa, pelo que é um privilégio poder contribuir para esse ambiente de permanente crescimento e inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista pessoal, este prémio constitui um incentivo para continuar a desenvolver investigação clínica e a procurar respostas para questões que surgem diariamente na prática assistencial. Reforça igualmente a convicção de que é possível conciliar uma atividade clínica exigente com a investigação e que essa integração acaba por beneficiar não apenas o desenvolvimento profissional, mas sobretudo os cuidados prestados aos doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | No contexto deste estudo, qual é o contributo da ecografia intestinal e da cápsula endoscópica na avaliação da inflamação intestinal na doença de Crohn?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JCG |</strong> A doença de Crohn é uma doença inflamatória crónica que frequentemente afeta o intestino delgado e exige avaliações repetidas ao longo da vida. A cápsula endoscópica permite uma observação muito detalhada da mucosa intestinal, conseguindo identificar desde lesões muito subtis até formas mais avançadas de inflamação. Já a ecografia intestinal é um exame não invasivo, acessível e facilmente repetível, que permite avaliar a atividade inflamatória de forma imediata e à cabeceira do doente. O nosso estudo demonstrou que estas técnicas não devem ser encaradas como concorrentes, mas sim como ferramentas complementares, com papéis distintos e igualmente importantes na monitorização da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Qual é a relevância clínica dos resultados deste estudo para a prática clínica?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JCG |</strong> Os nossos resultados sugerem que a cápsula endoscópica desempenha um papel central na caracterização inicial da doença e que a ecografia intestinal apresenta um excelente desempenho na identificação de inflamação clinicamente relevante. Neste contexto, os dados apontam para uma abordagem complementar, em que, após uma avaliação inicial por cápsula endoscópica, os doentes podem ser monitorizados de forma mais frequente através da ecografia intestinal, uma estratégia mais simples e potencialmente mais eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Atendendo aos resultados deste estudo, qual a mensagem que gostaria de transmitir à comunidade médica?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JCG |</strong> A principal mensagem é que as diferentes técnicas de avaliação da doença de Crohn devem ser encaradas como ferramentas complementares, uma vez que cada uma apresenta vantagens e limitações próprias. A escolha do exame deve ser orientada pela pergunta clínica que pretendemos responder em cada momento da evolução da doença. No nosso estudo, a cápsula endoscópica mostrou particular relevância na caracterização inicial e no mapeamento da extensão da doença, enquanto a ecografia intestinal se afirmou como uma ferramenta particularmente útil para a monitorização frequente dos doentes e para a identificação daqueles com inflamação clinicamente relevante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>The post <a href="https://mygastrenterologia.pt/entrevistas/investigacao-portuguesa-premiada-destaca-abordagem-complementar-na-doenca-de-crohn/">Investigação portuguesa premiada destaca abordagem complementar na doença de Crohn</a> appeared first on <a href="https://mygastrenterologia.pt">My Gastrenterologia</a>.</p>
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		<title>ESCP 2026: avanços na cirurgia colorretal em destaque em Praga</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/internacional/escp-2026-avancos-na-cirurgia-colorretal-em-destaque-em-praga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:14:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Praga é palco da 21.ª Reunião Científica da European Society of Coloproctology (ESCP), um dos mais importantes encontros internacionais dedicados à coloproctologia, que decorre entre 23 e 25 de setembro de 2026. O evento reúne especialistas, investigadores e profissionais de saúde de vários países para debater os mais recentes avanços científicos e clínicos na área [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Praga é palco da 21.ª Reunião Científica da <em>European Society of Coloproctology</em> (ESCP), um dos mais importantes encontros internacionais dedicados à coloproctologia, que decorre entre 23 e 25 de setembro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento reúne especialistas, investigadores e profissionais de saúde de vários países para debater os mais recentes avanços científicos e clínicos na área da cirurgia colorretal. O programa inclui sessões científicas, apresentações de investigação, simpósios, cursos de formação e iniciativas de networking profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais informações <a href="https://www.escp.eu.com/conference-and-events/prague-2026-21st-scientific-meeting" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Eixo intestino-pele: disfunção intestinal associada à gravidade da acne</title>
		<link>https://mygastrenterologia.pt/atualidade/eixo-intestino-pele-disfuncao-intestinal-associada-a-gravidade-da-acne/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:12:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo sugere uma possível ligação entre a acne vulgar (AV) e alterações na integridade da barreira intestinal, reforçando a hipótese do envolvimento do chamado eixo intestino-pele na fisiopatologia da doença. A investigação incluiu 154 participantes: 77 doentes com AV e 77 indivíduos sem patologia. O objetivo foi avaliar se existiam sinais de disfunção [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo sugere uma possível ligação entre a acne vulgar (AV) e alterações na integridade da barreira intestinal, reforçando a hipótese do envolvimento do chamado eixo intestino-pele na fisiopatologia da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação incluiu 154 participantes: 77 doentes com AV e 77 indivíduos sem patologia. O objetivo foi avaliar se existiam sinais de disfunção da barreira intestinal em pessoas com acne e se estes se relacionavam com a gravidade clínica da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, os investigadores mediram os níveis séricos da I-FABP, um biomarcador associado à lesão da mucosa intestinal, através de ensaio imunoenzimático (ELISA). A gravidade da acne foi classificada com base num sistema global de avaliação clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostraram que os níveis medianos de I-FABP foram significativamente mais elevados nos doentes com acne do que nos controlos (32,03 vs. 22,81 pg/ml; p = 0,002). Além disso, observou-se um aumento progressivo dos níveis deste biomarcador à medida que a gravidade da acne aumentava, com diferenças estatisticamente significativas entre os vários graus da doença (p &lt; 0,001).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi ainda identificada uma correlação positiva forte entre os níveis de I-FABP e a gravidade da acne (r de Spearman = 0,797; p &lt; 0,001), sugerindo que maior disfunção da barreira intestinal pode estar associada a formas mais severas da patologia. Não se encontrou, contudo, relação significativa com o índice de massa corporal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes dados apoiam a hipótese de que a disfunção da barreira intestinal pode ter um papel relevante no desenvolvimento e progressão da AV, reforçando a relevância do eixo intestino-pele na compreensão desta condição dermatológica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42241630/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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